Seja bem vindo!

"As histórias são um 'Abre-te Sésamo' para o imaginário, onde a realidade e a fantasia se sobrepõem."
(Vania Dohme)

Espero que gostem deste espaço e que possamos trocar figurinhas de montão!

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Contar histórias



Por que contar histórias? Pra quem contar histórias?

domingo, 26 de julho de 2015

Fantoche de Meia

Olha que boa ideia para fazer com as crianças e brincar de "bicho folharal"...

O Bicho Folharal



Augusto Pessoa, contador de histórias, dentre outras artes...
Um dos meus preferidos...
E esta história é ótima para levar para a sala de aula. O Projeto Trilhas, da Natura em parceria com o MEC, traz ótimas sugestões de atividades com leitura/escrita a partir do livro "O Bicho Folharal".
Vale a pena conferir!

Depois de tanto tempo...

Que tal fazer pra contar uma história conhecida ou simplesmente para inspirar criações com a garotada? E dá pra variar a cama e os personagens!

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Fantoche de Sucata - Cuca

E vem chegando o Folclore... E eis meu primeiro PAP: Cuca de Sucata

 Medi e cortei um pedaço de EVA para colar no fundo da caixa de leite


 Depois de colar, fiz piques nas sobras para colar de novo.

 Medi as laterais da caixa e cortei o suficiente para encapá-la.

 Fiz isso com as duas caixas.

 Para unir, cortei mais um pedaço de EVA e colei por dentro. É nesse lugar que as mãos farão o movimento do bocão.


 Cortei EVA branco, como um picote grande para fazer os dentes e colei por dentro das duas caixas já unidas.

 Agora é a vez da parte que irá esconder a colagem dos dentes. Medi usando a própria caixa e cortei mais um pedaço para reforçar a parte articulada também pelo lado de dentro.




 Esta parte, para fazer o nariz, medi com a caixa mesmo.


 Com o furador pequeno, fiz dois círculos em papel preto, para as narinas.


 Usei feltro verde claro para fazer o corpo da Cuca. Nesta parte ficará o nosso braço.

 Colei em volta das caixas com cola quente.

 Para os olhos, duas bolas de isopor, pouco maiores que bolas de pingue-pongue. Colei uma na outra, amassei a base e fixei na cabeça.

 Essas tiras são de EVA preto, para fazer os cílios.

 Para os olhos, dois círculos de papel preto.




 Para os cabelos,colei retalhos de malha amarela. Tenho um saco cheio deles aqui, caso alguém se interesse.
E aí está ela, nossa amiga bruxa, com cara de "jacaroa", como diz a Emília...



segunda-feira, 17 de março de 2014

Recursos para contar histórias

Aqui vão mais algumas sugestões de recursos para contar histórias:
Caixa de História






Fantoches de EVA e Caixinha de Biscoitos




Dedoches   de   EVA



Caixa de História (reaproveitamento de material - papelão)



Fantoche de Meia



Cubo de História com cenário multiuso


As imagens foram colhidas em pesquisa  pela rede. Nenhuma delas corresponde aos materiais que confeccionei.

A Pequena Madame e o Porquinho

Olá!
Ando bem sumida daqui... O trabalho tem me consumido...
Mas estamos de volta. Vou deixar com  vocês uma história que eu adoro contar. Depois posto imagens do livro que montei em TNT e EVA. Esta versão foi extraída do Blog Canto-do-Conto: Histórias  para ouvir, contar  e encantar e como sempre me pedem como contar, aí  vai:

A Pequena Madame e o Porquinho :



Era uma vez uma pequena madame que tinha um porquinho. Certa vez ela quis ir a um casamento, e disse ao porquinho:
-Porquinho, hoje você ficará em casa, pois quero ir ao casamento.
O porquinho ficou zangado e disse:
- Não, não, não ! Eu também quero ir !

Então a Pequena Madame foi falar com o cachorrinho:

-"Cachorrinho morda o porquinho, pois o porquinho não quer ficar em casa e eu quero ir ao casamento."

E o cachorrinho respondeu:

-"O porquinho não me fez nada...eu não lhe farei nada também !"

A Pequena Madame então foi falar com o pau:

-" Pau bata no cachorrinho pois ele não quer morder o porquinho que não quer ficar em casa e eu quero ir ao casamento."

O Pau então respondeu:

-"O cachorrinho não me fez nada...eu não lhe farei nada também !"

Então a Pequena Madame foi falar com o fogo:

-"Fogo queime o pau pois ele não quer bater no porquinho, que não quer ficar em casa , e eu quero ir ao casamento."

Disse então o Fogo:

-"O Pau não me fez nada...eu não lhe farei nada também !"

E assim a Pequena Madame foi falar com a água:

-"Água apague o fogo que não quer queimar o pau, que não quer bater no cachorrinho,que não quer morder o porquinho,que não quer ficar em casa, e eu quero ir ao casamento."

A água lhe respondeu:

-"O fogo não me fez nada...eu não lhe farei nada também !"

A Pequena Madame então resolveu falar com o boi:

-"Boi beba a água que não quer apagar o fogo, que não quer queimar o pau, que não quer bater no cachorrinho, que não quer morder o porquinho, que não quer ficar em casa, e eu quero ir ao casamento."
O boi lhe respondeu:

"- A água não me fez nada...eu não lhe farei nada também !"

A Pequena Madame então foi falar com o açouqueiro:

"- Açougueiro mate o boi que não quer beber a água, que não quer apagar o fogo, que não quer queimar o pau, que não quer bater no cachorrinho, que não quer morder o porquinho,que não quer ficar em casa, e eu quero ir ao casamento."
O açougueiro respondeu:

"- Certo,irei matar o boi !"

O boi ouvindo aquilo, disse:

"- Oh ! Querem me matar !?! É melhor eu tomar a água...

A água ouvindo aquilo, disse:

"- Oh! Querem me tomar !?!É melhor eu apagar o fogo...

O fogo ouvindo aquilo, disse:

"-Oh ! Querem me apagar !?! É melhor eu queimar o pau...

O pau ouvindo aquilo, disse:

"-Oh ! Querem me queimar !?! É melhor eu bater no cachorrinho...

O cachorrinho ouvindo aquilo, disse :

"-Oh ! Querem me bater !?! É melhor eu morder o porquinho...

O porquinho ouvindo aquilo, disse:

"- Oh! Querem me morder !?! É melhor eu ficar em casa !"

E assim a Pequena Madame pode ir ao casamento.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Teatro de bonecos

Esta é uma idéia legal pra improvisar aquele teatrinho de bonecos quando a gente não tem palco. O que acham?

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Caixa de História

Esta caixa montei com as meninas de Onda Verde, na Oficina da Semana Pedagógica e depois com as meninas da Pós. Super fácil de fazer!


sexta-feira, 12 de abril de 2013

A árvore que dava dinheiro


A ÁRVORE QUE DAVA DINHEIRO
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Histórias de Pedro Malasartes

Vendo-se apertado com a falta de dinheiro e não querendo ter arenga com o dono da pensão, Malasartes saiu bem cedo naquela manhã, para ganhar a vida. Arranjou com o vendedor de mel de jataí um bocado de cera; trocou na mercearia de Seu Joaquim a única nota de dinheiro que lhe sobrara, por algumas de moedas de vintém e caiu na estrada. Caminhou por obra de uma légua ou mais, quando avistou uma árvore na beira da estrada. Chegando ao pé da árvore, parou e pôs-se a pregar os vinténs à folhagem com a cera que arranjara. 
Não demorou muito, deu de aparecer na estrada um boiadeiro que vinha tocando uns boizinhos para vender na vila. E como já ia levantando um solão esparramado, a cera ia derretendo e fazendo cair às moedas. Malasartes, fazendo festas, as apanhava. O boiadeiro acercou-se, curioso, perguntou-lhe o que fazia, e ele explicou:
— Esta árvore é deveras encantada, patrão. As suas frutas são moedas legítimas. Estou colhendo todas, porque vou me bandear pra outra terra e tô pensando em levar a árvore, apesar de todo o trabalho que vai me dar.
— Não me diga isto, sô!
— É o que eu lhe digo, patrão!
— Diacho! Se lhe vai dar tanto trabalho...
E o boiadeiro propôs comprar a árvore encantada. Malasarte, depois de muitas negaças, fechou negócio trocando a árvore pelos boizinhos; em seguida, bateu pé na estrada, vendendo-os na vila por um bom preço.
O boiadeiro mandou alguns de seus peões retirarem, com todo o cuidado, a árvore encantada e a replantou no pomar do seu sítio. Daquele ano até hoje, está esperando ela dar moedas de vinténs.