Seja bem vindo!

"As histórias são um 'Abre-te Sésamo' para o imaginário, onde a realidade e a fantasia se sobrepõem."
(Vania Dohme)

Espero que gostem deste espaço e que possamos trocar figurinhas de montão!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Folder Penápolis



Jonas Ribeiro

Este escritor maravilhoso também vai estar em Penápolis esta semana.
Aparece por lá.


Festival Literário de Penápolis






2º Festival Literário de Penápolis - Programação



Programação do 2º Festival Literário de Penápolis
De 17 a 22 de outubro de 2011
Praça 9 de julho

Dia 17 /10 (segunda-feira)

19h- Abertura Oficial
Local- Biblioteca Municipal

20h- Palestra/Oficina
Local- Biblioteca Municipal
“A importância do lúdico na transmissão de valores, informação e conhecimento”
Roberto Rocha Pombo – arte educador e contador de histórias

Dia 18 /10 (terça-feira)

8h/8h30/10h- Museu de Folclore (contação de histórias)
Núcleo Municipal de Teatro (Cabines)
Livrônibus (contação de histórias)
Livraria Espaço (roda de leitura)

9h- Contação de Histórias
Local- Palco Praça 9 de julho
Jonas Ribeiro – escritor e contador de histórias

13h30/14h/14h30/15h – Museu de Folclore (contação de histórias)
Núcleo Municipal de Teatro (Cabines)
Livrônibus (contação de histórias)
Livraria Espaço (roda de leitura)

13h- Oficina
Local- Sala Cora Coralina
“Confecção de Recursos para Contar Histórias”
Carla Mendonça- pedagoga e arte educadora

14h- Contação de Histórias
Local- Palco Praça 9 de julho
Jonas Ribeiro – escritor e contador de histórias

20h- Viagem Literária
Local- Biblioteca Municipal
Bate papo com escritor – Leituras Escolhidas (Os Lusíadas)
Elvira Vigna – escritora, ilustradora e jornalista.

22h- Teatro
Local- Sala Cora Coralina
“A valsa número 6”
Núcleo Municipal de Teatro

Dia 19 /10 (quarta-feira)

8h/8h30/10h- Museu de Folclore (contação de histórias)
Núcleo Municipal de Teatro (Cabines)
Livrônibus (contação de histórias)
Livraria Espaço (roda de leitura)

9h- Contação de Histórias
Local- Palco Praça 9 de julho
“Mitos e lendas em cordel”
César Obeid- cordelista, escritor e arte educador

13h30/14h/14h30/15h – Museu de Folclore (contação de histórias)
Núcleo Municipal de Teatro (Cabines)
Livrônibus (contação de histórias)
Livraria Espaço (roda de leitura)

14h- Oficina
Local- Sala Cora Coralina
“O barbante e a rima”
César Obeid- cordelista, escritor e arte educador

20h- Teatro
Local- Palco Praça 9 de julho
“As aventuras de Pepino”
Cia. Rodamoinho – Santana do Parnaíba

21h- Música
Local- Palco Praça 9 de julho
“Benditadura”

Dia 20 /10 (quinta-feira)

8h/8h30/10h- Museu de Folclore (contação de histórias)
Núcleo Municipal de Teatro (Cabines)
Livrônibus (contação de histórias)
Livraria Espaço (roda de leitura)

8h- Oficina
Local- Espaço Sami e Bill (Praça 9 de julho)
“Stêncil”
Sami e Bill- ilustradores
Público- 30 crianças

13h30/14h/14h30/15h – Museu de Folclore (contação de histórias)
Núcleo Municipal de Teatro (Cabines)
Livrônibus (contação de histórias)
Livraria Espaço (roda de leitura)

14h- Oficina
Local- Espaço Sami e Bill (Praça 9 de julho)
“Stêncil”
Sami e Bill- ilustradores
Público- 30 adultos

19h- Teatro
Local- Palco Praça 9 de julho
“O Buda e a Baleia”
Cia. Ópera na mala – São Paulo

20h15- Palestra
Local- Cine Teatro Lúmine
“Etica, Educação e Emancipação: O Papel da Escola na Formação de Sujeito de Valores”
Prof. César Nunes - Professor Titular da Faculdade de Educação da UNICAMP, mestre, doutor e livre-docente em Educação.

Dia 21 /10 (sexta-feira)

8h/8h30/10h- Museu de Folclore (contação de histórias)
Núcleo Municipal de Teatro (Cabines)
Livrônibus (contação de histórias)
Livraria Espaço (roda de leitura)

9h- Palestra
Local- Biblioteca Municipal
“Literatura Jeca”
Hélio Consolaro - professor literatura, Secretário de Cultura de Araçatuba e ex-colunista da Folha da Região

9h- Contação de Histórias
Local- Palco Praça 9 de julho
Fábio Ribeiro – São José do Rio Preto

13h30/14h/14h30/15h – Museu de Folclore (contação de histórias)
Núcleo Municipal de Teatro (Cabines)
Livrônibus (contação de histórias)
Livraria Espaço (roda de leitura)

14h- Oficina
Local- Sala Cora Coralina
“Mãos à obra – Construção de Bonecos”
Fábio Ribeiro – São José do Rio Preto

13h30- Palestra/Oficina
Local- Biblioteca Municipal
“Dissociando Ideias”
Lourenço Mutarelli - escritor, desenhista e roteirista

20h- Música
Local- Cine Teatro Lúmine
“Suíte das Crianças”
Duo Bico de Pena- São Paulo

21h30- Música
Local- Palco Praça 9 de julho
“Paulo Freire Trio – músicas e causos”
Paulo Freire - violeiro e pesquisador de cultura popular

Dia 22 /10 (sábado)

9h- Museu Histórico
Biblioteca Municipal
Núcleo Municipal de Teatro (Cabines)

10h- Contação coletiva de histórias
Local- Praça 9 de julho
Os participantes podem trazer livros de casa e contar suas próprias histórias.

18h- Poesia
Local- Palco Praça 9 de julho
“Recital de Poetas Brasileiros”
Ricardo Faria da Silva- ator

19h- Gostou do que Leu?
Premiação do Concurso.
Local- Palco Praça 9 de julho

20h- Encerramento
Local- Palco Praça 9 de julho

21h- Música
Local- Palco Praça 9 de julho
“Cantigas e cordéis”
Cacá Lopes - poeta, cantor, compositor e arte educador

O Festival conta com o apoio da Secretaria de Estado da Cultura, Programa Viagem Literária, SESI, SESC, Oficinas Culturais, Anglo Penápolis, Midori Atlântica, JK Auto Peças, Distribuições Fondelo, Café Joanfer.

domingo, 16 de outubro de 2011

Festival Literário de Penápolis

Nesta terça, 18/10, estarei em Penápolis, SP, no II Festival Literário, com a Oficina Confecção de Recursos para Contar Histórias. Olha só quem vai estar lá também! A trupe do Baú de Histórias, que eu, particularmente, amooooooooooo!


Augusto Pessoa

Adoro esse cara e suas histórias! Augusto Pessoa tem um jeito único de contar e encantar os ouvintes. 
Veja e viaje!



Palestina está de Parabéns!

Gostaria de postar aqui, com muito orgulho, o trabalho das meninas de Palestina, que depois da Oficina de Contos realizaram este belíssimo trabalho com as crianças da escola onde trabalham. Parabéns, meninas!
São coisas assim que me fazem ter esperança e fé à caminho de uma educação melhor para as crianças do nosso país. Um beijo no coração!















Histórias em Rio Preto

De mala e violão...





Histórias em Rio Preto

Viagens por Rio Preto na Semana da Criança...









quarta-feira, 5 de outubro de 2011

CONTO: A MENINA DOS BRINCOS DE OURO


MAIS UMA HISTÓRIA PRA CONTAR...


A Menina dos Brincos de Ouro

Uma Mãe, que era muito severa e rude para os filhos, deu de presente a sua filhinha um par de brincos de ouro. 

Quando a menina ia à fonte buscar água e tomar banho, costumava tirar os brincos e botá-los em cima de uma pedra. 

Um dia ela foi à fonte, tomou banho, encheu a cabaça e voltou para casa, esquecendo-se dos brincos. 

Chegando em casa, deu por falta deles e com medo da mãe brigar com ela e castigá-la correu à fonte para buscar os brincos.

Chegando lá, encontrou um velho muito feio que a agarrou, botou-a nas costas e levou consigo. 

O velho pegou a menina, meteu ela dentro de um surrão (um saco de couro), coseu o surrão e disse à menina que ia sair com ela de porta em porta para ganhar a vida e que, quando ele ordenasse, ela cantasse dentro do surrão senão ele bateria com o bordão. 

Em todo lugar que chegava, botava o surrão no chão e dizia: 

Canta, canta meu surrão, Senão te meto este bordão. E o surrão cantava: 


Neste surrão me meteram, 
Neste surrão hei de morrer, 
Por causa de uns brincos de ouro 
Que na fonte eu deixei. 


Todo mundo ficava admirado e dava dinheiro ao velho.

Quando foi um dia, ele chegou à casa da mãe da menina que reconheceu logo a voz da filha. Então convidaram o velho para comer e beber e, como já era tarde, insistiram muito com ele para dormir. 

De noite, como ele tinha bebido demais, ferrou num sono muito pesado. 

As moças foram, abriram o surrão e tiraram a menina que já estava muito fraca, quase para morrer. Em lugar da menina, encheram o surrão de excrementos.

No dia seguinte, o velho acordou, pegou no surrão, botou às costas e foi-se embora. Adiante em uma casa, perguntou se queriam ouvir um surrão cantar. Botou o surrão no chão e disse: 

Canta, canta meu surrão, 
Senão te meto este bordão. 


Nada. O surrão calado. Repetiu ainda. Nada. 

Então o velho meteu o cacete no surrão que se arrebentou todo e lhe mostrou a peça que as moças tinham pregado.


Primeira Oficina em Rio Preto